Ouro na Rio 2016 e campeã da São Silvestre, Jemima se declara ao Brasil


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Jemima Sumgong fez duas visitas ao Brasil, ambas em 2016. Na primeira, em agosto, a queniana conquistou o histórico ouro olímpico na maratona da Olimpíada do Rio. E, na segunda, neste sábado, no último dia do ano, a atleta de 31 anos venceu com sobras, e direito a recorde, a tradicional São Silvestre, em São Paulo. Tem como ela não amar o país?
- O Brasil significa muito para mim, o país estará sempre no meu coração. Toda vez que pisei aqui, eu fiquei muito feliz. É a minha segunda vez no país e ganhei o meu segundo ouro. Primeiro, o título olímpico fantástico no Rio. A torcida é fantástica, sempre me apoiou durante as corridas e deu carinho - disse Jemima, que recebeu uma premiação de R$ 90 mil pelo título da corrida que há 92 anos fecha o calendário esportivo brasileiro.Especialista em maratonas (42,1km), Jemima se surpreendeu com o seu desempenho na São Silvestre. 

Ao longo desta semana, ela vinha dizendo que não era muito rápida e que seu forte era a resistência. Mas nenhuma mulher na história percorreu os 15km da disputa na ruas da capital paulista em menos tempo do que Sumgong. Com o tempo de 48m34, ela deixou para trás o recorde antigo de 48m48, que era da também queniana Priscah Jeptoo, em 2011. - Eu não sabia que iria quebrar o recorde, só fiquei sabendo depois de fechar a corrida. Eu não sou muito rápida, meu forte é prova de resistência, mas consegui ser veloz, mesmo com o forte calor. Fiquei muito feliz de bater o recorde, todo atleta gosta disso. 

 A próxima meta de Jemima é conquistar o título mundial da maratona no Mundial de Londres, em agosto do ano que vem. Não bastasse o fato de entrar como grande favorita por ser a atual campeã olímpica, a queniana conhece muito bem o percurso na capital inglesa – ela venceu neste ano a forte Maratona de Londres, em abril. 

Em uma dobradinha do Quênia, o pódio da prova feminina da São Silvestre foi completado por Flomena Cheyech, em segundo lugar, com 49m14, Eunice Chumba, do Bahrein, em terceiro, com 50m24, a etíope tricampeã Ymer Ayalew, em quarto, com 51m40, e Ester Kakuri (QUE), em quinto, com 51m45. Tatiele Carvalho foi a melhor brasileira, em sétimo lugar.
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