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Sincero e polêmico: comentarista e ex-atleta Mario Sérgio morreu no acidente do avião da Chape

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Como atleta era polêmico e excelente dentro do campo , depois foi treinador de muitos times como o Corinthians e depois iniciaria uma carreira no jornalismo esportivo . Entre as vítimas do acidente aéreo com o avião da Chapecoense estava o comentarista e ex-jogador da Seleção Brasileira Mario Sérgio. Confirmado na transmissão da Fox Sports, ele é um dos 21 profissionais de imprensa vítimas da tragédia. 

 Mario Sérgio Pontes de Paiva sempre foi polêmico, como jogador, técnico e comentarista esportivo. As declarações desconcertantes desse carioca nascido em 7 de setembro de 1950 o fizeram ser amado e odiado por companheiros e torcedores desde que começou a jogar bola, em 1969, no Flamengo. Mesmo assim, foi ídolo por onde passou: Fla, Botafogo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Vitória. Quando era jogador, em 1983, por exemplo, teve a oportunidade de jogar o Mundial Interclubes pelo Grêmio. 

O problema é que nenhum jogador queria Mario Sérgio no time, segundo conta o técnico Valdir Espinoza. “Eu é que insisti. Na primeira vez que falei, todo mundo pipocou: 'Ah, ele é isso, aquilo, é bagunceiro...'. Mas eu conhecia ele. Joguei com ele, morei com ele. Eu reconhecia nele a sua qualidade extraordinária”, lembrou o treinador, em entrevista do Globoesporte.com. 

A aposta deu certo e a equipe gaúcha acabou campeã mundial contra o Hamburgo, da Alemanha. Como técnico, por exemplo, deu declarações explosivas, responsáveis até por demissões, como ocorreu no Atlético-PR, em 2001. "Ou o Atlético acaba com a noite ou a noite acaba com o Atlético", detonou certa vez, criticando o abuso das saídas e do álcool por parte dos jogadores do Furacão. 

Os jogadores não suportaram e pediram a cabeça de Mario Sérgio. Como comentarista, a língua ferina também não deu trégua. Desde 2012, assumiu o posto no Fox Sports. Lá, disse, por exemplo, que o esquema tático do supertécnico Pep Guardiola nunca daria certo no Brasil. A unanimidade: foi um ótimo jogador e tinha um espírito guerreiro. Foi assim que sobreviveu a um assalto, no qual sofreu um atropelamento, em 2013. 

Parou na UTI, os médicos não acreditavam que ele sobreviveria por causa de uma infecção hospitalar. “Quase morri”, lembrou Mario Sérgio. Pois ele saiu do hospital e ainda teve uma crise de angina nas semifinais da Copa do Mundo do Brasil. 
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