Pular para o conteúdo principal

Olimpíadas: Seleção Feminina entre as melhores


Mais do que participar de todas as seis edições dos Jogos Olímpicos, a Seleção Feminina sempre buscou jogar para estar entre as melhores colocadas. E assim foi neste ano. Na Olimpíada Rio 2016, o Brasil terminou em quarto lugar depois de lotar arenas e levar emoção ao torcedor. De Norte a Sul do país, a torcida apoiou as jogadoras, do ataque à defesa. 

 A caminhada da Seleção até a estreia contou com uma preparação especial. Treinos e amistosos ocuparam as meninas até a bola rolar, e na hora de entrarem em ação, elas mostraram quão bem preparadas estavam. Na primeira partida pela fase de grupos, o Brasil começou com o pé direito e aplicou 3 a 0 na China. 

A zagueira Mônica marcou o primeiro gol do Brasil, e as atacantes Andressa Alves e Cristiane, comemorando 15 anos de Seleção, completaram. O Brasil entrava em campo com a experiência de Formiga e seus 20 anos de Canarinho, e do outro lado, a juventude de Andressinha e seus 21 anos de vida. 

Contra a Suécia, a mescla de estilos funcionou mais uma vez, e as meninas fizeram 5 a 1 nas adversárias. Este foi o terceiro encontro entre as seleções em Olimpíadas, com retrospecto positivo para o Brasil em todas as ocasiões. Com a zaga bem postada e ataque afiado, a Seleção seguiu se apresentando para o torcedor brasileiro com muita raça e entrega. A atacante Beatriz foi exemplo desse perfil: disputava bola em todas as áreas do campo, ajudava na marcação, se colocava em posição de receber o passe e marcar gols. Se lá na frente havia quem desse conta do recado, na parte defensiva a sintonia também garantia o sucesso. 

Na fase de grupos, o Brasil confirmou a classificação com apenas um gol sofrido e oito marcados depois do empate em 0 a 0 com a África do Sul, na Arena da Amazônia, em Manaus (AM). Com o início do mata-mata, a concentração das atletas foi intensificada, assim como o carinho do torcedor, que esgotou ingressos para ver a Seleção e recebeu com alegria por onde as meninas passaram. 

Em Belo Horizonte, para as quartas de final, Marta alcançou uma marca muito importante com a camisa canarinho. Passou Pretinha em número de jogos pelo Brasil, chegando a 19 confrontos, atrás apenas de Formiga, com 26, e Tânia Maranhão, com 21. O maior desafio do Brasil estava por vir: as cobranças de pênaltis. Nas quartas de final contra a Austrália, prevaleceu o empate sem gols, e a decisão foi para a marca de cal da área. O placar final foi 7 a 6 para a Seleção, graças a duas defesas da goleira Bárbara. 

Com o feito, as meninas se classificaram para a semifinal com elogios a Marta e Cristiane pela ex-capitã do Brasil Tânia Maranhão. Na semi, as adversárias foram as suecas novamente. Diferentemente da fase de grupos, a partida decisiva não foi recheada de gols, e o empate em 0 a 0 resultou nas penalidades máxima. A goleira Lindhal da Suécia, em dia inspirado, defendeu duas cobranças do Brasil e garantiu a seleção escandinava na final. O Brasil disputou o bronze com o Canadá, seleção tradicional de futebol feminino, e ficou na quarta colocação. 

 O futebol feminino começou a fazer parte do quadro olímpico em 1996, em Atlanta. Formiga já fazia parte da equipe titular do Brasil naquele ano, e, ao lado de Pretinha, levou a Seleção à quarta posição na estreia da modalidade na competição. O resultado voltou a se repetir nos Jogos seguintes, em Sidney, e a Seleção Brasileira foi se consolidando entre as potências. A primeira medalha veio em 2004, de prata, em Atenas, na Grécia, e a segunda, em 2008, da mesma cor, em Pequim, China. 

CONTEÚDO :  CBF

Postagens mais visitadas deste blog

Brasileirão Série A - Confira os jogos de hoje e amanhã

Marcos Danilo Padilha - "Profissão - Goleiro"

Sempre publico nesse espaço matérias sobre a carreira do goleiro Danilo da Chapecoense , que considero o melhor goleiro do futebol brasileiro , formado e revelado pelo Cianorte FC time de sua cidade natal , tem como ponto alto um caráter diferenciado herdado dos pais , meus amigos Nilson e Ilaídes(foto). O  filho Danilo , também é filho de Cianorte e tem um respeito enorme do torcedor paranaense , tanto  é que enquanto atuou no Londrina E.C  recebeu o apelido de PAREDÃO  do torcedor londrinense devido as atuações brilhantes na meta do LEC .

Atuou também pelo Cianorte FC , Nacional de Rolândia , Engenheiro Beltrão e Operário Ferroviário de Ponta Grossa atual campeão Paranaense de Futebol. ( clubes do interior do Paraná)

Marcos Danilo Padilha Nascimento: 31 de julho de 1985 (29 anos), Cianorte, Paraná Altura: 1,85 m Peso: 80 kg Início de carreira: 2004 Time atualAssociação Chapecoense de Futebol (#1 / Goleiro)

Herói da Inter, Éder Paulista poderia ter sido herói no Cianorte FC

Eder Paulista , atacante com passagem pelo Cianorte FC , onde pouco fez por não ter a oportunidade merecida , oportunidade que teve na Inter de Limeira quando no dia 14 de maio , a emoção tomou conta dos mais de 8 mil presentes no Limeirão assim que o árbitro Thiago Duarte Peixoto apitou o fim da vitória da Inter de Limeira por 2 a 1 sobre o Monte Azul. 

O tão sonhado acesso à Série A2 estava consumado. Graças a alguém que por muito pouco não esteve ali. Herói do Leão com os dois gols da virada no jogo decisivo, o atacante Éder Paulista teve a participação ameaçada na competição ao sofrer uma grave lesão logo no início da campanha. 

Por tudo o que passou, era um dos mais eufóricos, a ponto de até esquecer como foram seus gols. - Só Deus sabe o que eu passei. Os médicos falavam que eu só voltaria depois de três meses. Mas eu falei que iria me recuperar rapidamente e decidir para a equipe. 

A emoção está muito grande, não sei nem dizer como foram os gols.