2013 Lothar Matthäus pede desculpas à torcida atleticana

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No ano de 2013 , sete anos após treinar o Clube Atlético Paranaense , o ex jogador alemão Matthäus pediu desculpas pela performance a frente do rubro negro paranaense - “Não fui correto.” 
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Foi assim que Lothar Matthäus resumiu sua rápida e polêmica passagem como treinador do Atlético-PR, entre janeiro e março de 2006. No Brasil para assuntos profissionais, o alemão abriu o coração e, pela primeira vez, reconheceu ter tomado atitude errada quando deixou o Furacão sem dar adeus à torcida. Mais: disse que essa foi a única decisão que gostaria de mudar em toda a sua carreira. E, sete anos depois, pediu desculpas aos rubro-negros. Depois do Atlético-PR, Matthäus passou pelo comando do Red Bull Salzburg (Áustria), do Maccabi Netanya (Israel) e da seleção da Bulgária, mas não trabalha como treinador desde 2011. Atualmente, é comentarista em uma TV alemã. 
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Segundo o ex-jogador, que disputou cinco Copas do Mundo (1982, 1986, 1990, 1994 e 1998), ele foi obrigado a sair do país por problemas particulares e se arrepende até hoje. - Não fui correto. No fim, eu realmente me sinto... Não digo que me sinto envergonhado. Mas eu deixei algo que não poderia ter deixado. Tudo foi tão bem em Curitiba, os jogadores eram talentosos. Dagoberto, Michel Bastos... Um time muito bom, um presidente bom (Mário Celso Petraglia), grande torcida. 

Se pudesse mudar uma decisão na minha carreira, como jogador ou técnico, seria essa. Gostaria de pedir desculpas aos torcedores do Atlético. Em 28 de janeiro de 2006, a diretoria do Furacão surpreendeu ao anunciar, em um contrato que valia R$ 3 milhões, a chegada de Matthäus, até então a maior aquisição da história do clube. A torcida logo se empolgou. Recebeu o novo treinador com bandeiras da Alemanha na Arena da Baixada. 

Além disso, os dirigentes ofereceram gama de regalias ao ex-jogador, como escola para a enteada, dois carros e uma mansão em condomínio de luxo de Curitiba. Em sua apresentação, dois dias depois, chegou a dizer que "gostaria que a parceria durasse mais de um ano. 

Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que o presidente do clube me mantenha.” Se eu pudesse mudar algo na minha carreira, nos 35 últimos anos, eu gostaria de mudar essa decisão" Lothar Matthäus A promessa ficou longe de ser cumprida. Menos de dois meses depois, oitos jogos, seis vitórias e dois empates, Matthäus reclamou de salários atrasados, mas o clube negou. No dia 7 de março, o site oficial do Furacão anunciou que o treinador se ausentaria do clube "por alguns dias para resolver assuntos pessoais na Alemanha". 

O treinador deixou o treino da manhã no CT do Atlético e viajou para São Paulo, onde fez voo de conexão para Frankfurt. No dia 20 de março, a diretoria anunciou o desligamento de Matthäus do cargo. - Não aconteceu nada. Eu tive que voltar para a Alemanha por assuntos particulares. Não foi por mim, foi outra pessoa que me deu essa ideia de sair de Curitiba de um dia para o outro. 

Esse foi o meu maior erro. Se eu pudesse mudar algo na minha carreira, nos 35 últimos anos, eu gostaria de mudar essa decisão. Eu não mudaria a final da Liga dos Campeões de 1999 (Bayern perdeu por 2 a 1 para o Manchester United nos acréscimos). Quando você perde, você perde - explicou o alemão, no Rio.
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