Pular para o conteúdo principal

Lutador, Jailson é a cara do Palmeiras de 2016

Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação
Por Fernando Cesarotti, do Corneta & Amendoim 8 de novembro de 2016
Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

A primeira vez que ouvi falar em Jaílson foi em 2012. Eu era editor de esportes em Sorocaba e cobria toda a área da TV Tem, inclusive Bauru, que cuidava de Itápolis, onde esse Negro Maravilhoso™ de 1,86 metro esquentou o banco do Oeste na maior parte da campanha do título da Série C. O titular era o carequinha Fernando Leal, mas ele ganhou férias antecipadas após as semiifinais, contra a Chapecoense, e Jailson teve a chance de disputar as finais contra o Icasa. E jogou demais. 

Em Juazeiro do Norte, Jailson foi fundamental para segurar o empate por 0 a 0. No jogo de volta, em Itápolis, o Oeste abriu 2 a 0 no comecinho do segundo tempo e ele foi decisivo com pelo menos quatro defesas que mataram qualquer chance de reação do time cearense (aqui tem os melhores lances da partida).

POR espnfc.espn

Postagens mais visitadas deste blog

Brasileirão Série A - Confira os jogos de hoje e amanhã

Brasileirão Série A - Confira os jogos em andamento

O time do Alto da Bica - A foto que virou saudade

O time do Alto da Bica surgiu, consultando minha memória, ali pelos anos 90 e pouco, coincidindo com o início da era Parmalat. Isso talvez explique os meninos - que acompanham os craques - tão bem vestidos. A sede fica na margem da rodovia Cianorte – São Tomé, logo após o ribeirão São Tomé, num trecho conhecido como Bica, por isso o nome: Alto da Bica.

Frequentado por cianortenses ilustres congrega em sua maioria os palmeirenses - também consultando minha memória, e o Avanti -. Nesta foto, em 98, vemos o elenco pronto para mais uma vitória; vou fazer a escalação e pedir mil perdões se errar o nome de alguém, pois embora conhecendo pela fisionomia posso me confundir na denominação. De pé, da esquerda para a direita: Miguel Deneka, Flávio Vieira, Cometa, Gaúcho, Jácomo e Zezé; agachados, na mesma ordem: Antônio Rogério, Maurício, Nilo, Deíca e Spagola...

Por Marco Antônio de Paula Franco