mulheres na Fórmula 1

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Não é necessário forçar a memória ou fazer uma consulta complexa. A Fórmula 1 existe há quase 66 anos e neste período apenas duas mulheres disputaram corridas: as italianas Maria Teresa de Filippis (1958-1959) e Lella Lombardi (1974-1976), a única a ter marcado ponto. Outras três tentaram a sorte nos treinos, mas não conseguiram tempo para se classificar para a largada. 
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Pronto, fim da história feminina em corridas de F-1. Em 2014, Susie Wolff, então piloto de testes da Williams, tornou-se a primeira mulher a participar de atividades em um fim de semana de corrida de Fórmula 1 em mais de duas décadas – a italiana Giovanna Amati havia sido a última, em 1992. A britânica disputou treinos livres dos GPs da Inglaterra e da Alemanha. Poderia ter a chance de correr na Malásia em 2015, quando o lesionado Valtteri Bottas esteve ameaçado de não disputar a prova. Claire Williams, chefe da equipe, rapidamente afastou a possibilidade: “Susie é nossa piloto de testes, não piloto-reserva”. Aos 33 anos, ela se aposentou no fim de 2015 dizendo que seu sonho de disputar corridas era inatingível. Outras pilotos também foram contratadas por equipes de Fórmula 1 nesta década, em ações mais parecidas com peças de marketing do que com iniciativas esportivas. Nenhuma delas esteve sequer próxima de correr. 
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A espanhola María de Villota morreu em 2013 aos 33 anos, pouco mais de um ano depois de um acidente durante um teste pela equipe Marussia que lhe custou o olho direito e sequelas que lhe tiraram a vida.

CONTEÚDO : RIP MAGAZINE RUSH

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