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IPOJUCAN

Por Raphael Cavaco 
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Ele tinha um nome diferente e um futebol refinado.
O alagoano Ipojucan Lins de Araújo, grande meia-armador do Vasco da Gama, de 1944 a 1954, morreu de complicações renais em São Paulo, no dia 19 de junho de 1978, e deixou dois filhos. A primogênita Rita de Cássia Lins Araújo lembra que o pai era um jogador apaixonado e fiel aos clubes que servia. 
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Ele tinha amor à camisa e assinava contrato até em branco, diz orgulhosa. Ela conta que seu pai, que sofria de forte insuficiência renal, ganhou uma sobrevida de dez anos graças à doação de rim para transplante, operação inédita naquela época. Hábil e esguio (tinha 1,90m de altura), Ipojucan começou a carreira no Canto do Rio (RJ) e logo seu talento chamou a atenção do time de São Januário. 
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Lá, chegou ainda menino para jogar no juvenil, com apenas 11 anos. No total, ficou 20 anos no clube cruzmaltino, entre categorias de base e profissional. Marcou 225 gols em 413 jogos na equipe principal. Encerrou a carreira na Portuguesa de Desportos, clube que defendeu entre 1955 e 1958, e chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira oito vezes. 

Na ocasião, ganhou até a concessão de uma casa lotérica do então presidente da República, general Ernesto Geisel. Seus principais títulos foram: cariocas de 45, 47, 49, 50 e 52 e Torneio de Clubes Campeões Sul-Americanos em 1948; Segundo o também falecido Servílio de Jesus Filho, o grande Servílio da Lusa, do Palmeiras e da Seleção Brasileira de 66, ninguém fazia com a bola o que Ipojucan conseguia. 

Ele foi meu técnico nos juniores da Portuguesa e mesmo tendo conhecido e jogado com o gênio Ademir da Guia, digo sem medo de errar que Ipojucan foi o jogador mais hábil que vi na vida. E olha que ele já era aposentado, quando nos ensinava a tocar na bola, frisava o ex-jogador também do Corinthians.

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