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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Homossexualidade no esporte: Brasil mantém futebol dentro do armário

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Costumo dizer aos meus amigos ou amigas homosexuais que não tenho nenhum tipo de restrição às essas pessoas , quem contesta esse tipo de vida é Deus , me lembro de um artigo publicado pelo site Globo Esporte. Globo.com que falava desta prática no meio esportivo:
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Um bilhete escrito por familiares de Justin Fashanu e posicionado em uma coroa de flores ao lado de seu caixão dizia: 'A única certeza é que você está finalmente livre'. Em 1998, o primeiro jogador britânico a se assumir publicamente como homossexual cometeu suicídio em Londres. Enforcou-se. Deixou uma carta de despedida em que negava acusações de ter abusado de um jovem de 17 anos nos Estados Unidos. No texto, afirmava que, por ser gay, jamais seria julgado de forma justa.Fashanu, de família nigeriana, ex-atacante de clubes como Norwich, Southampton, Manchester City e West Ham, não tinha grandes pretensões de engajamento social. Não tinha sequer perfil para ser um símbolo de libertação sexual - até tentou trocar segredos de sua vida amorosa por dinheiro.
Justin Fashanu ex-jogador (Foto: Getty Images)Resultado de imagem para Homossexualidade no esporte: Brasil mantém futebol dentro do armário
 Mas acabou se tornando uma espécie de pedra fundamental em uma discussão que ainda engatinha, mas parece em vias de começar a caminhar com firmeza, assados 15 anos da morte de Fashanu, o tabu permanece. Mas está mais frágil. Repetidos atletas, de repetidos esportes, vêm saindo do armário. No futebol, os casos ainda são raros, muito especialmente no Brasil, onde jamais um jogador de renome nacional se declarou gay. A questão é de aceitação, mais externa do que interna. Afinal, como a maioria dos torcedores reagiria ao saber que o capitão, o centroavante ou o lateral-direito reserva de seu time é homossexual? 

No Brasil, nenhum jogador dos considerados grandes clubes assumiu publicamente sua homossexualidade. Mas um já teve que se declarar heterossexual. Richarlyson, hoje no Atlético-MG, se viu obrigado a ir a público nos tempos de São Paulo para dizer que não é gay depois de um dirigente do Palmeiras, José Cyrillo Júnior, cometer uma gafe em um programa de TV. Cyrillo afirmou que o atleta diria que é homossexual em uma entrevista (algo que jamais aconteceu). O dirigente pediu desculpas a Richarlyson, mas a questão acompanhou o jogador ao longo da sua carreira
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