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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

ESPN : Santos: a vitória que caiu do céu

O jogo foi ruim, bem ruim. E a vitória veio sabe-se lá como, mas ela foi importantíssima.




O Santos no primeiro tempo não fez quase nada que justificasse sair com uma vantagem do jogo. Muita troca de passe, pouca jogada efetiva e um time que errava sempre no último terço do campo.

Além disso, dava espaços para os coirmãos da Zona Leste tocarem bola, nas costas de Renato e Thiago Maia, na frente dos nossos zagueiros.

Tomou um gol numa triangulação dessas, desse bom Marlone. E, de novo, contou com um dos melhores goleiros do campeonato para seguir vivo no jogo. Durante o 0x1, Vanderlei segurou a bronca do jogo e tem grande mérito na reação do time.

No segundo tempo, não é que o time tenha jogado bem. Pressionou, rodou a bola, mas sempre errando muito na última jogada. Jean Motta vinha errando tudo o que tentava; Copete corre muito, mas ainda não passa nem perto das exibições nos dois primeiros jogos; Vitor Bueno bem marcado; Rodrigão trombando sem que a bola chegasse, e os laterais com imensa dificuldade em sair para o campo de ataque. A válvula de escape no meio campo era Renato, que teve uma boa ajuda depois da entrada do Vecchio, que ajudou muito na distribuição da saída de bola.

Tinha pressão para empatar, não estava jogando bola pra isso.

Pênalti...

Quem lê as coisas que eu escrevo há mais tempo, sabe da minha tese sobre o pênalti educativo. Explico com o lance do Vilson ontem.

Aquela trombada do Vilson nas costas do Luiz Felipe é uma jogada tão desnecessária e tão burra que o juiz, além de marcar o pênalti, deveria pegar um microfone e explicar pro estádio inteiro que estava marcando o pênalti para o zagueiro deixar de ser tonto e nunca mais dar uma trombada daquela num cara de costas.

É o típico do pênalti que só zagueiro ruim comete e, convenhamos, é o caso do zagueiro dos caras. Uma trombada naquela, no chão, em um jogador de costas, grande parte dos juízes apitaria o pênalti. Talvez não no Beira Rio, talvez não o Klaus - fiquei surpreso, pois é o típico pênalti que eu vejo ele não marcando.