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Substituto de Calleri no São Paulo, Kardec é vendido para a China

Com a saída do atacante Jonathan Calleri, o São Paulo contava com Alan Kardec para dar sequência a temporada, mas não contava com o assédio do futebol chinês. O Chongqing Lifan, time que está na 12ª colocação do Campeonato Chinês, fez um proposta ao jogador e acertou a negociação nesta sexta-feira, segundo apurou a ESPN. 

O jogador, que tinha contrato até 11 de maio de 2019, teve o acordo foi selado pouco antes do encerramento da janela de transferência do futebol chinês - às 13h (de Brasília). A saída dele aumenta os desfalques tricolores para o segundo semestre. Após a queda na semifinal da Libertadores, o São Paulo negocia a saída do meia Ganso para o Sevilla e já divulgou a saída do atacante Calleri, que tem contrato até o final deste mês. 

O zagueiro Rodrigo Caio é outro que pode deixar o clube, segundo pessoas próximas ao jogador. Kardec chegou ao São Paulo em maio de 2014, após uma passagem vitoriosa pelo Palmeiras. Foi a primeira contratação do então presidente Carlos Miguel Aidar, que investiu 4,5 milhões de euros para tirá-lo do Benfica, frustrando o arquirrival que também tentava a contratação em definitivo e já dava tudo como certo. O acerto fez os dois clubes romperem relações. No São Paulo, Kardec oscilou muito. 

Teve alguns bons momentos, como em 2014 quando formou um quarteto com Ganso, Kaká e Pato e o time tricolor lutou pelo título do Campeonato Brasileiro - perdeu a taça, ficando com a segunda colocação, para o Cruzeiro. Na atual temporada não tem tido grandes atuações. Perdeu espaço no time para Calleri, autor de 16 gols em 31 jogos, enquanto o atacante brasileiro fez quatro em 35 jogos. Mas a saída de Calleri poderia representar um resurgimento para Kardec neste ano. 

O técnico Edgardo Bauza, o primeiro a mencionar o interesse chinês no jogador, contava com ele para o clássico deste domingo contra o Corinthians, em Itaquera. Agora o São Paulo conta para o ataque com nomes como Gilberto, recém chegado ao clube, Kelvin, Ytalo, Cueva e Centurión.

ESPNAndré Plihal, para o ESPN.com.br
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