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Pronto pra entrar pra história : Fernando Prass e a chance de ouro da carreira



A convocação para Seleção Brasileira é o maior prêmio na carreira de qualquer jogador. Na história, apenas os maiores de suas respectivas posições tiveram essa oportunidade. Este grupo fica ainda mais seleto quando se fala nos que receberam a chance com mais experiência. 

Em ótima fase, o goleiro Fernando Prass se encaixa neste último quesito. Aos 38 anos, o camisa 1 do Palmeiras vai usar a Amarelinha pela primeira vez nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto, sendo um dos três atletas acima de 23 anos.
Em conversa com o site da CBF para a Série Papo Olímpico, Fernando Prass revela que, mesmo com a idade um pouco mais avançada, seguia sonhando com a Seleção Brasileira, mostra o quão especial considera o momento da carreira e fala em aproveitar bem a chance que, como define, "caiu no colo".
– Defender a Seleção Brasileira sempre foi um objetivo e eu sempre falo isso: mesmo se eu jogar até os 44 anos, vou sonhar com a Seleção. Eu sempre falo, mas sabia que seria difícil. A Olímpica ainda mais, por esse limitador de idade. Mas a gente não escolhe as oportunidades. Elas aparecem e aproveitamos ou não. Graças a Deus para mim apareceu, mesmo com 38 anos, e vou fazer tudo para aproveitar. Caiu no colo, deixou chegar, a gente aproveita! – destaca.
A responsabilidade em defender a Seleção Brasileira é sempre grande. Quando se trata de buscar a única conquista que falta ao futebol do país então, fica maior ainda. 

Ao comentar a expectativa envolvendo a inédita medalha de ouro olímpica, Fernando Prass reconheceu que a pressão é maior. Para o goleiro, no entanto, isso ajuda na motivação pela possibilidade de fazer história.
– É uma pressão entre aspas. É o único título que o Brasil não tem, torneio em casa, esporte mais popular do país... Mas, é aquela coisa: a grande pressão traz junto uma grande oportunidade. 

A gente pode entrar para a história como o único time do Brasil que conquistou uma medalha de ouro, sendo que houve grandes times e não conseguiram essa medalha. É uma grande chance e a gente ainda tem a chance de conseguir – enfatiza.

Por todos os clubes onde passou, com ou sem a braçadeira de capitão, uma das características de Fernando Prass que se sobressaiu foi a liderança. Na condição de jogador mais experiente do grupo, a expectativa é de que ele exerça essa mesma função nos Jogos Olímpicos com a Seleção Brasileira. 

O goleiro se coloca à disposição para ajudar com a vivência que conquistou no meio do futebol, mas deixa claro que o ofício está aberto a qualquer outro companheiro que esteja disposto a ajudar, independentemente da idade.
 Prass também destaca que já pensa em jogar na seleção principal num futuro próximo.

PUBLICADO POR CBF

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