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sexta-feira, 1 de julho de 2016

Curiosidades sobre 30 craques do futebol

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1. Adriano
Em 2001, o atacante do Flamengo foi vendido para o time italiano da Internazionale. Na Itália, Adriano ficou conhecido como L’Imperatore ("O Imperador"), em alusão ao imperador romano Adriano. No dia 17 de agosto de 2009, o jogador recebeu a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, da Câmara Municipal de Vereadores do Rio de Janeiro. É uma condecoração dada a cidadãos que se destacam. A justificativa foi que ele faz a felicidade de milhares de cariocas e chama atenção por sua superação e humildade.
2. Alexandre Pato
O apelido de "Pato" surgiu ainda na adolescência, quando Alexandre Rodrigues da Silva atuava pelas categorias de base do Internacional-RS. Os companheiros de time o apelidaram assim porque a cidade natal do jogador chama-se Pato Branco (PR). Em 2006, durante a disputa do Mundial de Clubes, Alexandre Pato quebrou um recorde que pertencia a Pelé. Ao anotar um gol na partida entre Internacional-RS e Al Ahly, o jogador tornou-se o mais jovem a marcar em uma competição oficial da FIFA, com apenas 17 anos e 102 dias.
3. Arthur Friedenreich
Ninguém sabe ao certo quantos gols o craque fez. Seu companheiro de equipe Mário Andrada jurava que foram 1.239, mas o levantamento se perdeu. Um equívoco nos números fez com que o total subisse para 1.329, o que faria dele o maior artilheiro da história do esporte, superando até Pelé. A informação consta no "Guinness". O pesquisador Alexandre da Costa estima que o número correto seja de 556 gols. Fez 22 partidas pelo Brasil: marcou dez gols, foi bicampeão sul-americano em 1919 e 1922. Ganhou o apelido de "El Tigre" da imprensa argentina durante o Sul-americano de 1916, disputado em Buenos Aires. Em 1932 se aliou aos soldados da Revolução Constitucionalista, contra Getúlio Vargas. Doou troféus e medalhas para a causa e chegou a militar. Durante uma batalha, um soldado morreu em seus braços, fato que guardou para o resto da vida.
4. Beckenbauer
Para ser jogador de futebol, o craque alemão teve de enfrentar o pai, que não queria vê-lo usando seu único par de sapatos para jogar bola. Depois da conquista da Copa do Mundo de 1974, virou ídolo nacional e ganhou o apelido que o caracteriza até hoje, o de "Kaiser" , que em português significa "imperador". Foi o segundo da História do Futebol e o primeiro europeu a vencer a Copa do Mundo como jogador (1974) e treinador (1990), feito que só havia sido alcançado pelo brasileiro Zagallo (jogador em 1958 e 1962 e treinador em 1970 e 1994).
5. Casagrande
Walter Casagrande Júnior vestiu a camisa do Corinthians em 256 jogos, dos quais venceu 118, empatou 79 e perdeu 59. Ele marcou 103 gols. Junto com Sócrates, foi ícone da "Democracia Corintiana" —  nome dado pelo publicitário Washington Olivetto ao período em que os jogadores do Corinthians participavam das decisões do clube. A "Democracia Corintiana" vigorou de 1981 a 1985, em plena Ditadura Militar. A auto-gestão dos jogadores rendeu ao time o bicampeonato paulista de 1982 e 1983.
6. Cristiano Ronaldo
Seu nome foi escolhido pelo pai, José Dinis, que era fã do ator e ex-presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan. Cristiano Ronaldo realizou o sonho de jogar pelo Real Madrid em 2009, quando foi contratado pelo valor de 94 milhões de euros (310 milhões de reais), o mais caro da história do futebol mundial. Em 6 de julho daquele ano, o jogador foi apresentado para mais de 85 mil torcedores no estádio Santiago Bernabéu. À época, recebeu a camisa 9, já que a camisa 7, com a qual joga atualmente, pertencia ao ídolo do Real Madrid, o atacante Raúl. A diretoria madridista fez um seguro de 100 milhões de euros pelas pernas do craque e estipulou a multa rescisória dele em 2,8 bilhões de reais.
7. Dadá Maravilha
Quando tinha cinco anos, viu sua mãe cometer suicídio ao atear fogo no próprio corpo. Foi mandado para a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor (Febem) aos 19 anos, por cometer pequenos roubos. Ele realizava assaltos desde os 10 anos. Foi na Febem que Dadá começou a se interessar pelo futebol. Em 1971, jogando pelo Atlético-MG, Dadá se tornou o primeiro artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 15 gols marcados. Conquistou o posto outras duas vezes: em 1972 (ainda pelo Altético-MG) e em 1976 (Internacional). O jogador é recordista de gols em uma mesma partida. Em um jogo pelo Campeonato Pernambucano de 1976, marcou 10 dos 14 gols feitos pelo seu clube, o Sport. A marca superou os feitos de Pelé e José Mendonça, que têm no currículo oito gols em uma mesma partida. Foi o único jogador da história a ser convocado para a Seleção por pressão de um presidente da República, o militar Emílio Garrastazu Médici, em 1970.
8. David Beckham
Quando tinha 12 anos, Beckham ganhou o prêmio Bobby Charlton, que dava o direito a assistir a um treino do Manchester United no estádio Old Trafford. Tornou-se mascote do grupo no ano seguinte, e acabou sendo contratado como estagiário no dia 8 de julho de 1991. Em 2001, ficou em segundo lugar na eleição para Melhor Jogador do Mundo pela Fifa, perdendo para o português Figo. É a melhor posição que um inglês já conseguiu até hoje.
9. Garrincha
Manuel dos Santos nasceu no dia 28 de outubro de 1933, em Pau Grande, município de Magé (RJ). Seu pai, porém, demorou a registrá-lo e quando o fez, errou na hora de dizer a data ao escrivão. Por isso, na certidão de nascimento, consta o dia 18. O jogador passou a assinar o nome como "Manuel Francisco dos Santos" depois que o chefe da seção da fábrica onde trabalhou acrescentou o nome "Francisco" em sua ficha para evitar confusões com outros "Manuéis". Reza a lenda que Garrincha teria sido o criador do atualmente bastante famoso "fair play", ato de jogar a bola para do campo a fim de que um adversário receba atendimento médico. Isto teria acontecido em um clássico entre Botafogo e Fluminense. Na ocasião, o zagueiro tricolor Pinheiro chocou-se com o ponta-esquerda do glorioso Quarentinha, e ficou no chão. A bola sobrou limpa para o "Mané", que ficou frente a frente com o goleiro rival. Em uma atitude nobre, porém, ele preferiu jogar a bola pela lateral, paralisando a partida. Garrincha ficou famoso por suas pernas tortas. A diferença entre uma e outra era de 6 centímetros.
10. Júlio César
Foi escolhido por Carlos Alberto Parreira como o substituto de Dida (em férias) e Marcos (lesionado) para a disputa da Copa América de 2004. A princípio, seu nome foi alvo de críticas, principalmente pela imprensa paulista, que desejava ver Rogério Ceni, já consagrado no São Paulo, como titular da Seleção Brasileira. Na decisão do título contra a Argentina, porém, Júlio César foi o grande herói da conquista brasileira ao defender uma cobrança na decisão por pênaltis. É o único goleiro brasileiro a conquistar duas vezes (2009 e 2013) a Copa das Confederações com a amarelinha como titular.
11. Kaká
Kaká é sócio do São Paulo Futebol Clube desde os oito anos de idade. Quem inventou seu apelido foi o irmão mais novo, Rodrigo, que não conseguia pronunciar corretamente o nome do irmão. O nome de batismo de Kaká é Ricardo Izecson Santos Leite. O jogador é evangélico, e frequenta a igreja Renascer em Cristo. Kaká recebeu 1.500 cartas e pelo menos 50 bichinhos de pelúcia enquanto esteve com a seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002. Em janeiro de 2008, doou o troféu de Melhor Jogador do Mundo da Fifa para a instituição. Ele se tornou o primeiro brasileiro a protagonizar uma campanha mundial da marca alemã Adidas.
12. Leônidas da Silva
Embora haja muita polêmica em torno do assunto, é considerado o inventor da bicicleta. Isso acontece porque outros países reivindicam a patente de tão famosa jogada. Para os chilenos, Ramón Unzaga é o responsável por criá-la. Já para argentinos e italianos, tal honra pertence a Luís Indaco e Carlos Parola, respectivamente. Mesmo assim, não há como negar: foi Leônidas quem eternizou o lance. Por causa de sua elasticidade, ganhou o apelido de "Homem Borracha". Também era extremamente técnico, veloz e tinha ótima impulsão. Disputou as Copas do Mundo de 1934 e 1938. Foi o primeiro brasileiro a ser artilheiro da competição, em 1938, com oito gols. O jogador foi preso em 1942 por ter falsificado seu certificado de alistamento militar. Permaneceu 10 meses no quartel de Realengo.
13. Lionel Messi
Quando tinha 9 anos, ele media 1,27 m. Os pais de Messi, Jorge e Celia, descobriram que o menino sofria de um distúrbio que atrasava seu desenvolvimento. Por isso, ele crescia menos que os garotos de sua idade. Aos 13 anos, tinha o corpo de um menino de 11, medindo 1,40 m. Com o tratamento, o craque chegou à altura atual de 1,69 m. Em abril de 2010, se tornou o primeiro jogador a fazer 4 gols em uma partida eliminatória da Copa dos Campeões. É chamado por alguns de “o novo Maradona”. Tem também os apelidos de "La Pulga" e "Leo".
14. Maradona
Em 1975, aos 15 anos, já arrastava multidões para vê-lo jogar nas preliminares das partidasdo Argentinos Juniors, clube que o revelou. Em 1981, já atuando pelo gigante Boca Juniors atingiu a impressionantemarca de 43 gols em 45 jogos. Jogou em quatro Copas do Mundo: 1982, 1986, 1990 e 1994. Na de 1986, aliás, ocorreu aquele que talvez seja o mais famoso fato de sua carreira: nas quartas-de-final do torneio, em 22 de junho de 1986, Maradona marcou um gol de mão contra a Inglaterra. Os jogadores ingleses reclamaram muito, mas o juiz Bin Nasser validou o gol. Com dois gols de Maradona, a partida terminou 2 a 1 para os argentinos, que seriam campeões naquele ano. Depois da partida, o atacante declarou que a "mão de Deus" havia feito o gol.
15. Marta
Aos 18 anos, foi convidada para jogar no Ümea SK, da Suécia, por causa das boas atuações que teve no Pan-Americano de Santo Domingo e no Mundial de 2003. Quando Marta chegou à cidade de Ümea, a temperatura era de -15 ºC. Para que tivesse sua adaptação facilitada, o Ümea presenteou-a com um apartamento. Logo começou a se destacar na equipe sueca, o que lhe rendeu o apelido de "Pelé de saias", dado pela imprensa do país europeu. Na Seleção Brasileira, o apelido de Marta é "Zefe". É uma referência à corredora Maria Zefereina Baldaia, vencedora da São Silvestre em 2001. As jogadoras da Seleção consideram a fisionomia e a história das duas atletas muito parecidas. Em 2006, Marta se tornou a primeira brasileira a conquistar o título de melhor jogadora da Fifa. Marta é a maior artilheira da histórias das Copas do Mundo de Futebol Feminino. Ao todo, foram 14 gols marcados em três edições do torneio (2003, 2007 e 2011). Ela divide o posto com a alemã Birgit Prinz, que disputou a competição cinco vezes.
16. Craque Neto
José Ferreira Neto conseguiu a proeza de jogar pelos quatro clubes grandes de São Paulo. Quando atuava pelo Palmeiras, recebeu o apelido de "Maradoninha", por causa da habilidade com a perna esquerda e pela facilidade em ganhar peso. Mas foi no Corinthians que Neto ganhou projeção nacional. Conhecido pela sua forte personalidade, Neto extrapolou em um clássico contra o Palmeiras, válido pelo Campeonato Paulista de 1991. Na ocasião, ele cuspiu na cara do árbitro José Aparecido de Oliveira. Foi suspenso por 4 meses. Doze anos depois, o jogador pediu desculpas ao árbitro no programa "Estação Futebol", da Rede Vida. No dia 22 de abril de 2013, o "Xodó da Fiel", apelido dado pela torcida corintiana, recebeu o título de "Cidadão Paulistano" em sessão solene organizada pela Câmara dos vereadores.
17. Neymar
Neymar foi descoberto pelo olheiro Roberto Antonio dos Santos com apenas 10 anos. Quando chegou ao Santos, em 2003, usava a camisa 7, mas logo pediu ao treinador da categoria de base que o deixasse jogar com a 11. O motivo? O craque sempre foi fã do futebol do baixinho Romário. No Brasil, Neymar atingiu seu auge em 2012, quando recebeu a Bola de Ouro Hors-Concurs, honraria que antes só havia sido dada a Pelé. A partida de despedida de Neymar do futebol brasileiro, disputada entre Santos e Flamengo no Estádio Mané Garrincha em Brasília no dia 26 de maio de 2013, quebrou o recorde de renda em jogo entre clubes do país. No total, 65.501 pessoas pagaram 6,9 milhões de reais para ver a última atuação do craque com a camisa alvinegra. Neymar nunca foi eleito melhor jogador do mundo pela Fifa.
18. Nilton Santos
Em 1948, Nilton Santos fez o teste para uma vaga de atacante no time carioca Botafogo. O técnico, porém, o colocou na defesa. Ele revolucionou ao dar um ar mais agressivo à posição. Na época, os zagueiros tinham uma postura mais "retranqueira". O Botafogo foi o único clube que Nilton Santos defendeu em seus 16 anos de carreira. Fez parte da Seleção Brasileira que disputou as Copas do Mundo de 1950, 1954, 1958 e 1962. Nos 84 jogos em que defendeu a camisa amarela, marcou três gols. Em 1998, foi eleito o melhor lateral-esquerdo da seleção mundial de todos os tempos. Tinha o apelido de "Enciclopédia do Futebol".
19. RaíQuando tinha 17 anos, Raí engravidou sua namorada. Para conquistar independência financeira, procurou o presidente do Botafogo-SP, que o contratou por dois salários mínimos. A filha Emanuele teve seu primeiro filho aos 16 anos, o que fez com que Raí se tornasse avô aos 34 anos. Raí fez seu primeiro gol pela seleção brasileira em 26 de maio de 1987, numa vitória por 2 a 0 contra a Escócia. Ele disputou 51 jogos com a amarelinha, e marcou 16 gols.
20. Renato Gaúcho
Em 1995, Renato foi o autor do gol do título carioca do Fluminense. Detalhe: o tento foi marcado com a barriga. E a conquista teve um sabor especial, já que foi sobre um Flamengo repleto de contratações milionárias, como Romário (então melhor do mundo), Sávio e Edmundo, em razão de seu centenário. Na semana anterior à partida, Romário e Renato disputaram, através da mídia, o título de "rei do Rio". Com a conquista tricolor, Renato venceu a disputa e foi "coroado" em matéria exibida pela Rede Globo na época. Renato sempre teve a fama de mulherengo, mas em 2008, quando era técnico do Fluminense, ele vestiu a carapuça. Em entrevista ao jornal "Extra", declarou que já havia dormido com 5000 mulheres em toda a sua vida.
21. Rivellino
Quando começou a jogar bola, foi reprovado no Palmeiras. Depois, foi para o Corinthians, onde ficou 11 anos (1963-1974) contando o período que esteve nos juvenis (1963-1965). Saiu do Timão por ter sido considerado culpado na derrota para o Palmeiras na decisão do Paulistão de 74 e em 1975, foi para o Fluminense. Em 20 anos de carreira, Rivellino cobrou apenas três pênaltis — e perdeu um deles. Por ir mal nos treinos, preferia não arriscar durante os jogos. Disputou as Copas de 1970, 1974 e 1978, vestiu a camisa da Seleção 121 vezes e marcou 43 gols. O drible "elástico"  não foi inventado por Rivellino, embora tenha sido aperfeiçoado pelo Reizinho do Parque. Na verdade, a jogada foi criação de Sérgio Echigo, jogador japonês que foi companheiro de Riva no Corinthians em 1965.
22. Roberto Dinamite
Começou como jogador profissional no Vasco. "Roberto, um garoto revelado nos juvenis, marcou dois bonitos gols, se entrosou com Dé e joga amanhã contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte." A notinha, intitulada "Vasco escala o Garoto-Dinamite",  publicada no "Jornal dos Sports" em 26 de novembro de 1971, foi a primeira menção ao apelido do craque, que acabou caindo no gosto da torcida. Roberto Dinamite foi o maior artilheiro da história do Vasco: marcou 708 gols em 1.108 partidas. Seu melhor desempenho aconteceu na temporada de 1981, quando assinalou 62 gols. Em 22 anos de carreira, conseguiu uma média de 36 gols por temporada. Apesar de ter se consagrado como maior ídolo da história do Vasco, na infância, Dinamite torcia pelo Botafogo.
23. Robinho
Quando despontou, muitos o chamaram de "novo Pelé". Os dois têm em comum o fato de terem começado a carreira bem jovens, e com a camisa do Santos. Na época em que Robinho foi promovido ao time profissional e ganhou a vaga de titular, a diretoria do Santos decidiu que o atleta deixaria de defender a camisa 10 para evitar a comparação com Pelé. Ele passou a jogar com o número sete. Em 2002, aos 18 anos, ganhou o prêmio de melhor atacante do Campeonato Brasileiro. Nenhum drible, aliás, deixou Robinho tão famoso como as oito pedaladas dadas por ele sobre o lateral corintiano Rogério, durante a decisão do Campeonato Brasileiro daquele ano, em partida vencida pelo Santos por 3 a 2.
24. Rogério Ceni
Por muitos anos o goleiro jogou na equipe de vôlei da cidade de Sinop (MT), onde foi criado. O são-paulino é o maior goleiro-artilheiro do mundo. Ultrapassou o paraguaio Chilavert no empate em 2 a 2 contra o Cruzeiro, em 20 de agosto de 2006, ao chegar à marca de 63 gols na carreira. Até o fim de 2013, tinha 113 gols marcados (54 de pênalti e 59 de falta). Durante o Brasileirão de 2007, Rogério ficou nove jogos sem tomar gols — 988 minutos. É o recorde da competição. Rogério participou de 21% de todas as partidas da história do São Paulo. Foi o atleta que mais pisou no campo do Estádio do Morumbi (539 jogos até o fim de 2013). No dia 24 de novembro de 2013, atingiu a impressionante marca de 1117 partidas disputadas com a camisa são-paulina. Com isso, superou o recorde estabelecido por Pelé, que, com 1116 partidas com a camisa santista, era o jogador com mais atuações por um mesmo clube.
25. Romário
Romário foi o primeiro brasileiro a ser eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa. Isso aconteceu em 1994, quando ele atuava pelo Barcelona, meses depois de ter levado a Seleção Brasileira ao tetracampeonato mundial. Romário marcou 67 gols pelo Vasco em 2000. Quebrou o recorde de Roberto Dinamite, até então o maior goleador do time em uma temporada, com 62 gols em 1981. É também o jogador que mais vezes foi artilheiro do Campeonato Carioca. Foram sete: quatro delas pelo Flamengo e três pelo Vasco.
26. Ronaldinho Gaúcho
O primeiro gol que o jogador fez com a camisa da Seleção Brasileira foi contra a Venezuela, durante uma partida da Copa América de 1999. Ronaldinho, que tinha 19 anos, marcou o quinto gol dos sete feitos pelo time de Vanderlei Luxemburgo. O lance o tornou famoso mundo afora: um lençol seguido por um toque de calcanhar com um arremate para o fundo das redes. Durante a gravação de um comercial na Espanha, o jogador errou um chute e acertou um vitral da Catedral de Santiago de Compostela. A peça media 20 por 30 centímetros e era uma das 50 que compunham uma das laterais superiores da porta do templo. Com 620 votos, foi eleito o Melhor Jogador do Mundo pela Fifa em 2004. O jogador não foi escalado para defender a Seleção Brasileira na Copa de 2010. Ficou chateado com o técnico Dunga, mas não foi esse o motivo pelo qual não assistiu a nenhuma partida do Brasil na Copa. "Não assisti a uma única partida. Nenhuma. O que eu gosto é de jogar futebol, e não me sentar 90 minutos diante da televisão. Eu não tenho paciência", disse em entrevista ao jornal francês L’Équipe.
27. Ronaldo
Ao receber seu primeiro salário no São Cristóvão-RJ, o jogador mandou forrar o sofá da sala. Era ali que ele dormia. Seus irmãos, Nelinho e Ione, dormiam no quarto com os pais. Seu apelido nessa época era Dadado. Em 1994, ele foi comprado pelo PSV, da Holanda, por 6 milhões de dólares, o maior valor pago por um jogador brasileiro até então. Antes de chegar ao campeonato italiano, ele também passou pela liga espanhola, usando a camisa do Barcelona. Foi lá que ele inventou a famosa comemoração imitando um avião, que acabou sendo uma espécie de marca registrada. Na Espanha, onde conquistou a Copa do Rei e a Recopa Europeia, o craque ficou conhecido como "Extra-Terrestre". Já na Itália, com a camisa do Internazionale, ele abocanhou o apelido de "Fenômeno" — que também pegou no Brasil. No Mundial de 2006, Ronaldo alcançou a marca de 15 gols em copas do mundo e se tornou o maior goleador da competição. O título pretencia antes ao alemão Gerd Müller, que tinha 14 gols.
28. Sócrates
Sócrates recebeu este nome porque seu pai, um apaixonado por literatura, estava lendo A República de Platão na época de seu nascimento. Não à toa, seus irmãos foram batizados como Sófocles e Sóstenes. Também é irmão de outro craque do futebol, o meio campista Raí. Sócrates era chamado de "Doutor" porque concluiu o curso de medicina da USP em Ribeirão Preto ao mesmo tempo em que atuava profissionalmente pelo Botafogo-SP. Só se transferiu para um time grande, o Corinthians, aos 24 anos, depois de pegar o diploma de médico. Aliás, o Doutor teve de conciliar os plantões como médico e os jogos pelo Botafogo. Isso aconteceu em 1977, na véspera da decisão do primeiro turno do Campeonato Paulista, quando Sócrates teve de passar a noite em claro num hospital de Ribeirão Preto atendendo pacientes feridos. Pela manhã, a diretoria botafoguense mandou um carro buscá-lo a fim de levá-lo para São Paulo, onde a equipe do interior paulista empataria com o tricolor da capital por 0 a 0 e conquistaria a Taça da Cidade de São Paulo.
29. Tevez
A grande cicatriz que Tevez possui no pescoço é fruto de um acidente doméstico ocorrido aos 10 meses de idade. Na cozinha com sua tia e sua mãe, o bebê puxou uma chaleira e entrou em contato com a água fervente. Quando chegou às categorias de base do Boca Juniors, em 1997, o clube lhe ofereceu a oportunidade de retirar a cicatriz em cirurgia plástica. No entanto, sabendo que teria de ficar muito tempo sem jogar (de 4 a 6 meses), recusou a oferta. Na adolescência, foi convidado para treinar no All Boys, pequeno clube de Buenos Aires. Foi nessa época que ganhou o apelido de "El Apache", em referência ao fato de ter crescido no bairro de Forte Apache, um dos mais pobres da capital argentina. Em dezembro de 2004, foi contratado pelo Corinthians por 22 milhões de dólares 33 milhões de reais), tornando-se a contratação mais cara da história do futebol sul-americano. Só perdeu esta condição em 2013, quando o mesmo Corinthians anunciou Alexandre Pato como reforço, depois de ter desembolsado 15 milhões de euros (40,5 milhões de reais) em negociação com o Milan-ITA.
30. Zico
Com seus 701 gols profissionais, Zico é o quarto maior artilheiro da história do futebol brasileiro. Ficou conhecido pelos dribles curtos, perfeita proteção da bola em velocidade, excelente visão de jogo e genial cobrança de faltas de perto da área. Zico ganhou o apelido "Galinho" por causa de seu físico franzino. Quando entrou para o Flamengo, em 1966, ele tinha 1,55 metro de altura e pesava 37 quilos. Uma outra versão, contada pelo irmão Nando, diz que o locutor Waldir Amaral criou o apelido por causa do cabelo levantado de Zico no alto da cabeça, que lembrava a crista de um galinho. Em 1981, Zico ganhou o título de artilheiro da Copa Libertadores (é um dos 27 brasileiros que já conseguiram o feito). Ele marcou 11 gols. Pelo Campeonato Brasileiro, conquistou a artilharia em 1980 (21 gols) e 1982 (20 gols). Zico foi o jogador que mais marcou gols pelo Flamengo: 508, ao todo. No número de jogos, perde para o lateral direito Junior, que vestiu a camisa rubro-negra 874 vezes. Com 66 gols marcados, é o segundo maior artilheiro da história da seleção brasileira. Só perde o pódio para o rei Pelé, que balançou a rede 97 vezes. É ainda o maior artilheiro de todos os tempos do estádio carioca, com 333 gols.