A expulsão que custou 22 milhões



Maicon deixou o Tricolor com um jogador a menos e o 
time tomou dois gols do Atletico Nacional, no Morumbi 
com mais de 61 mil torcedores. 
 Expulsão de Maicon complicou o São Paulo no jogo contra o Atlético Nacional
A derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Atlético Nacional no Morumbi faz com que a equipe comandada por Edgardo Bauza precise consumar um feito inédito na história da Copa Libertadores para chegar à final em 2016: reverter, fora de casa, uma derrota por dois gols de diferença em uma semifinal. Não bastasse o objetivo improvável, o retrospecto do time como visitante na temporada é muito ruim, com apenas 25% de aproveitamento. Sobre o assunto , o ótimo cronista PVC  escreveu assim no blog do PVC

O cartão mais caro da história do São Paulo na Libertadores


O São Paulo não estava bem no jogo. O Atlético Nacional fazia um segundo tempo com tudo o que planejou. Esperava a hora certo trocava passes, criava as melhores chances de gol. Exceto uma finalização de Michel Bastos aos 21 minutos, a segunda etapa desenhava-se comoo treinador Reinaldo Rueda queria.
Então veio a pá de cal. A expulsão de Maicon. O zagueiro contratado por 6 milhões de euros porque virou ídolo e líder fez a única coisa que não poderia. Recebeu o cartão vermelho mais caro da Libertadores. “A Libertadores tem mais malícia'', disse Maicon no programa Visão Fox, comparando o torneio sul-americano à Champions League.
Se Maicon tivesse um pouco mais de malandragem, não encostaria a mão na cabeça de Borja, que valorizou e cavou a expulsão do capitão são-paulino.
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 O jovem Borja não se limitou a causar a expulsão do experiente zagueiro, pois fez os dois gols, aos 36, oito minutos depois da expulsão, e aos 42 do segundo tempo, praticamente eliminando o time brasileiro que terá de vencer em Medellín um time que lhe é superior.  E vencer por 2 a 0 para levar a decisão 
à marca do pênalti ou por 3 a 1, 4 a 2 e assim por diante para se classificar diretamente. Dá? Em futebol sempre dá. 
 Mas vai sim depender de um milagre. 
E bote milagre nisso!

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