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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Zagueiro argentino é assassinado e são-paulino Calleri se solidariza

Mais um ato de violência indigna o mundo do futebol. Na noite da última quinta-feira, o zagueiro argentino Rodrigo Federico Espíndola, de 26 anos, foi alvejado com um tiro no peito no momento em que entrava em sua casa, na cidade de Monte Grande, a 30 quilômetros do centro de Buenos Aires.
O crime ocorreu quando o zagueiro parou com seu carro para entrar em sua residência e foi abordado por assaltantes. Tentando impedir que os bandidos invadissem sua casa, onde sua mulher e o filho de seis meses aguardavam, Espíndola levou um tiro no tórax. O zagueiro ainda foi levado ao hospital, onde passou por uma cirurgia de emergência, mas não resistiu.
“Lamento desde a alma informar que nosso jogador Rodrigo Espíndola faleceu há instantes. Nueva Chicago, através de sua Comissão Diretiva, se põe à disposição da família e se soma ao pedido de justiça e esclarecimento do fato. Não há nada que justifique a perda de vida de um jovem com todo o futuro pela frente. Pedimos uma oração em sua memória”, disse Daniel Ferreiro, vice-presidente do Nueva Chicago, onde o beque atuava desde 2014.
A morte de Rodrigo Espíndola caiu como uma bomba no mundo do futebol e repercutiu ainda mais entre seus atletas compatriotas. Jonathan Calleri, atacante argentino do São Paulo, se manifestou no Twitter: “Que injusta é a vida… Que tristeza. Muita força à família de Rodrigo Espindola neste momento”.
O tricolor ainda retuitou dois tweets de seguidores que pediam justiça. O Boca Juniors também se solidarizou com a família do defensor, e a Associação de Futebol Argentina (AFA) emitiu um comunicado se manifestando.
“O presidente Luis Segura, em nome do comitê executivo da Associação do Futebol Argentino e de toda a família de nosso querido esporte, expressa sua dor e comoção pelo assassinato de Rodrigo Espíndola, defensor do clube Nueva Chicago, e envia suas condolências a sua família, pessoas próximas e toda a comunidade da instituição. A AFA se põe à disposição e se junta ao pedido de justiça”, diz a entidade.