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VIDEO : Ali x Frazier: lições de uma trilogia

Ali contra Frazier, 28 de janeiro de 1974, Madison Square Garden, em Nova York



Ao contrário do que muitos imaginam , quando garoto meu esporte preferido era o boxe e nesse artigo destaco dois "gigantes" do boxe.Muhammad Ali,  e Joe Frazier.
Em tempo de UFC, de banalização de superlativos, todos os combates são o combate do século. Nenhum deles se compara, em brutalidade, técnica e história, à magistral trilogia de lutas entre Muhammad Ali, o maior de todos (e neste caso qualquer superlativo é frágil), e Joe Frazier, falecido em novembro do ano passado, aos 67 anos, de câncer no fígado. 


Convém deixar de lado o segundo encontro, em janeiro de 1974, porque naquela ocasião nenhum dos dois tinha o cinturão de ouro e disputava-se apenas o título americano. Foi um combate morno, se é que o boxe permite falta de calor. O primeiro e o terceiro confronto, no entanto, são tão indissociáveis do início dos anos 70 do século passado quanto a Guerra do Vietnã e o escândalo de Watergate. 
Para o jornalista David Remnick, editor da revista The New Yorker, especialista em boxe, "apesar de toda dimensão psicológica e racial do desafio Ali-Frazier nos anos 70, hoje vejo as lutas de um modo puramente isolado, um embate de força interior, capacidade atlética e vontade." Toda grande noite do UFC, mãos e pés em jogo, tendo o marketing como trilha sonora, parece um desajeitado encontro de namorados quando cotejado com Ali-Frazier I e Ali Frazier-III. Na primeira luta, em 8 de março de 1971, "a luta do século", como a chamou a imprensa naquele tempo, o vitorioso foi Frazier, por pontos. Ele defendia o cetro mundial da categoria peso-pesado e o manteve. No décimo-quinto assalto, desferiu aquele que talvez seja o mais violento, animalesco e assustador golpe de boxe que se tem notícia, sobretudo porque levou à lona Muhammad Ali, desacostumado a cair. 
O gancho de esquerda de Frazier soou no Madison Square Garden de Nova York como o avanço de um Walker Bulldog M-41 a serviço dos vietnamitas. Ali se ergueu, atordoado e desenxabido, aos olhos de milhões pela televisão e de milhares no ginásio. Entre eles, os azuis de Frank Sinatra, que não conseguira ingresso e pediu à direção da revista LIFE para trabalhar como fotógrafo. As fotos (boas) de Sinatra estamparam a capa da publicação na semana seguinte.
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