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Após Caixa, Corinthians negocia mais patrocínios e projeta atingir R$ 70 mi

Clube oficializa acordo com banco estatal e receberá R$ 30 milhões pelo espaço master do uniforme por um ano. Regiões vagas da camisa já têm acordo em 'negociação avançada'



Gabriel Carneiro
Após menos de dois meses, o Corinthians voltará a estampar a marca da Caixa Econômica Federal no espaço nobre de seu uniforme a partir deste sábado, data do jogo das quartas de final do Campeonato Paulista, contra o Red Bull Brasil, na Arena. 

O acordo com validade de um ano foi oficializado nesta quarta-feira, e renderá R$ 30 milhões ao clube do Parque São Jorge. A diferença entre o acordo anterior e o novo, apresentado nesta quarta, é que a Caixa perde duas propriedades que detinha no uniforme até fevereiro de 2016, na parte superior das costas e também na barra inferior. Por estes espaços, o Timão já negocia a possibilidade de novos acordos. Um deles, inclusive, já tem negociações avançadas para se concretizar. - A Caixa continua patrocinando a frente da camisa, mas agora temos possibilidade de negociar as costas, mais duas propriedades, com a possibilidade de fazer a camisa do Corinthians ser a mais valiosa do futebol brasileiro. 

Baseado nesse estudo de valorização de marca, traçamos um valor para o planejamento, e esperamos R$ 12 e R$ 6 milhões nas outras propriedades. Para a parte de cima da camisa há uma negociação em estágio bem avançado - revelou Gustavo Herbetta, superintendente de marketing do Corinthians. Hoje, o Timão tem ocupados os seguintes espaços: omoplata (cerca de R$ 7 milhões da WinnerPlay), números (cerca de R$ 4 milhões da TIM), calção (cerca de R$ 3 milhões da Special Dog) e peito (R$ 30 milhões, da Caixa). 

Somados, os patrocínios rendem R$ 44 milhões, mas a expectativa é chegar a R$ 56 milhões já nas próximas semanas, já que o valor estimado para a parte superior das costas da camisa é de R$ 12 milhões. Além destes espaços, restarão a barra inferior traseira (R$ 6 milhões) e as mangas da camisa (R$ 12 milhões). 

O clube espera comercializar todos os espaços, e assim atingir uma arrecadação anual superior a R$ 70 milhões só com as propriedades do uniforme.

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