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Zika amplia crise na saúde do Rio e médicos alertam para falhas no atendimento na Olimpíada

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Por Pedro Fonseca
RIO DE JANEIRO (Reuters) - O quadro de "calamidade" enfrentado pelos pacientes que dependem do serviço público de saúde do Rio de Janeiro tende a se agravar em decorrência do Zika vírus e pode comprometer o atendimento a milhares de visitantes durante os Jogos Olímpicos, alertam médicos.
"Se hoje já é difícil atender a população moradora do Rio de Janeiro, que dirá durante as Olimpíadas com a chegada de milhares de pessoas que virão assistir aos Jogos", disse à Reuters o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Dazre.
A disseminação do Zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, deixou o país em alerta no momento em que atletas internacionais e turistas do Brasil e do mundo se preparam para viajar ao Rio para os Jogos de agosto.
Em meio a uma crise de recursos, que levou o governador Luiz Fernando Pezão a decretar estado de emergência no fim do ano passado, os locais de atendimento médico da cidade-sede da Olimpíada têm ficado ainda mais sobrecarregados com os casos de Zika.
"O sistema está em situação de calamidade, não tem condições hoje de dar o atendimento necessário, e é claro que com as epidemias em curso a situação piora bastante", acrescentou Dazre.
Desde o início do ano foram notificados 1.499 casos de Zika no Rio, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde em 10 de fevereiro, enquanto há um ano não se tinha sequer notícia de que o mosquito Aedes transportava o vírus no país.

Soma-se a isso um grande aumento nos casos de dengue, também transmitida pelo Aedes. Em janeiro, segundo dados municipais, foram registrados 1.122 casos, em comparação com apenas 165 um ano atrás.
Reuters Brasil

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