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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

VIDEO : Zizinho , o ídolo de Pelé


VIDEO
Tomás Soares da Silva, mais conhecido como Zizinho (São Gonçalo, 14 de setembro de 1921 — Niterói, 8 de fevereiro de 2002), foi um treinador e ex-futebolista brasileiro.

  Flamengo 
Um dos maiores jogadores da história do futebol mundial. Começou nas divisões de base do Byron, de Niterói, e foi revelado e jogou entre 1939 a 1950 no Flamengo sediado no Rio de Janeiro, e com ele o time ganhou o seu primeiro tricampeonato estadual em 1942, 1943 e 1944, além do Campeonato Carioca de 1939. Zizinho saiu do Flamengo com 329 jogos e 146 gols e considerado o maior ídolo do clube até a aparição de Zico.
  Bangu 
Antes da estreia na Copa do Mundo de 1950 (onde Zizinho terminaria como melhor jogador do torneio), Zizinho foi vendido para o Bangu Atlético Clube a peso de ouro, clube que defendeu de 1950 a 1957 e voltou a atuar no clube como jogador e técnico ao mesmo tempo em 1961 deixou o Bangu como maior jogador da historia do clube , sendo o 5º maior artilheiro da historia, com 122 gols, e o maior artilheiro em uma só partida com cinco gols. Ainda assim Zizinho conseguiu dois vice-campeonatos cariocas pelo Bangu um como jogador em 1951 e outro como técnico em 1965, terminou o Campeonato Carioca de 1952 como artilheiro pelo Bangu. Além de ter ganho dois Torneios inicio do Rio de Janeiro e o Torneio inicio do Rio-São Paulo.

  São Paulo
Em 1957 Zizinho sai do Bangu para fazer 60 jogos e 24 gols  pelo São Paulo, porem conquista o título do Campeonato Paulista, liderando o time de forma brilhante e se tornado um ídolo tricolor.

  Seleção Brasileira
Atuou na seleção de 1942 a 1957, foram pela Seleção Principal: 54 jogos, 37 vitórias, 4 empates, 13 derrotas. com 30 gols marcados. Na Copa de 50 seu estilo de jogar maravilhou os torcedores e ajudou o Brasil a chegar até a final; e mesmo apesar da derrota surpreendente de 2 a 1 para o Uruguai, foi considerado o melhor jogador daquela copa. Zizinho é considerado por muitos o jogador mais completo depois de Pelé, tendo marcado 30 gols pela a seleção.

  Fim de Carreira 

Zizinho ainda atuou pelo Audax Italiano, do Chile. Uberaba de Minas Gerais, Combinado Bangu-Vasco com a camisa do Bangu e do Vasco, e Combinado Bangu-São Paulo com a camisa do Bangu e do São Paulo. Zizinho ainda contribuiu para o surgimento de outro craque: Gérson. Zizinho era amigo do pai de Gérson, e quando ele iniciou a carreira de jogador, sempre ouvia atentamente os conselhos do "Mestre Ziza" (apelido carinhoso de Zizinho), no tocante à marcação, visão de jogo, distribuição de passes, e partindo em velocidade com a bola dominada. Em agradecimento, o "Canhotinha de Ouro" sempre que entrevistado, cita carinhosamente Zizinho como seu mentor e incentivador na carreira de jogador.

  Pós-futebol 
Após encerrar a carreira, Zizinho tornou-se fiscal de rendas do Estado do Rio de Janeiro, função que exerceu até a aposentadoria.

  Homenagens 

O Bangu homenageou Zizinho em 2001, foi reconhecido e recebeu um diploma oficial do Bangu como a maior expressão Banguense nos gramados , é considerado por muitos até hoje como maior ídolo do Bangu. Também foi reconhecido como um dos maiores craques do Maracanã tento seus pés gravado no hall da fama do estádio.

  Morte 
Morreu em 8 de fevereiro de 2002 vítima de problemas do coração.

  Frases "Bastava os alto-falantes do Maracanã anunciarem o nome de Zizinho para saber quem seria o vencedor da partida." (Nélson Rodrigues)

 "Seu futebol faz recordar o Mestre Leonardo da Vinci pintando alguma obra rara." (Giordano Fattori, jornalista do Gazzeta dello Sport, sobre Zizinho)
 "Não há bola no mundo que seja indiferente a Zizinho." (Nelson Rodrigues, escritor e jornalista)
 "Eu lia Zizinho, todo domingo, no Maracanã." (Armando Nogueira - jornalista e escritor)
 "As 'mocinhas' de hoje deviam jogar no nosso tempo." (Zizinho, craque dos anos 50, sobre a reclamação da violência pelos jogadores da década de 70)

 "Ponta ou tem que ser muito bom ou só serve para não deixar a bola sair para lateral." (Zizinho, ex-craque da Seleção Brasileira) 
"A bola tem vida própria. Ela gosta de ser bem tratada." (Zizinho, ex-craque da Seleção Brasileira) 

"Eu não conseguia dormir à noite. Eu sonhava que aquilo era um pesadelo e não tinha acontecido." (Zizinho, ex-craque da Seleção Brasileira, sobre a derrota na final da Copa de 50)

 "Quando eu era garoto, procurava imitar dois jogadores: o Dondinho, meu pai, e o Zizinho. Quando comecei a minha carreira no Santos, o Zizinho estava encerrando a dele no São Paulo. E encerrando em grande estilo. Ele foi campeão e considerado o melhor jogador do Campeonato Paulista de 1957. Zizinho era um jogador completo. Atuava na meia, no ataque, marcava bem, era um ótimo cabeceador, driblava como poucos, sabia armar. Além de tudo, não tinha medo de cara feia. Jogava duro quando preciso." (Edison Arantes do Nascimento, o Pelé, sobre Zizinho, seu ídolo quando criança)
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