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Por que o goleiro Gilmar usou o número 3 na Copa de 1958?

Porque a numeração foi atribuída por um funcionário do Comitê Organizador da Copa, que não conhecia muito bem as seleções. Pelo mesmo motivo, outros jogadores usaram números bizarros. 

O ponta-esquerda Zagallo vestia a 7, e o ponta-direita Garrincha estava com a 11, quando o habitual seria o contrário. Mas não é verdade, ao contrário do que se costuma dizer, que Pelé tenha ficado com o número 10 por mera coincidência, num claro sinal de predestinação. Apenas alguns jogadores usaram camisas com números inusitados: a maioria seguia aproximadamente a numeração de praxe.

A numeração das camisas foi um ovo de Colombo que demorou a vingar no futebol. Muitos jogadores eram contra a idéia de usar número nas costas - diziam que ficariam parecidos com presidiários. Em 1933, pela primeira vez foi utilizada numeração nas camisas numa decisão da Copa da Inglaterra, entre Everton e Manchester City. 

Os jogadores do Everton usaram camisas numeradas de 1 a 11, e os do Manchester City, de 12 a 22! Depois, alguém se deu conta de que não havia problema em repetir o número dos dois lados. No futebol brasileiro, a numeração foi implantada em 1947; em copas do mundo, em 1950. Para o Mundial de 1994, nos Estados Unidos, a Fifa obrigou as equipes a colocar o número também na frente das camisas, além do nome nas costas - o que facilita muito a vida de locutores esportivos e fotógrafos ao tentar identificar os jogadores em campo.

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