Tóquio planeja estádio 'bom e barato' para Jogos de 2020

Mais barato e menor: assim é o novo desenho do estádio olímpico que será o principal palco da Olimpíada de 2020, em Tóquio.
A cidade japonesa deixou de lado a ambiciosa proposta da célebre arquiteta anglo-iraquiana Zaha Hadid para apresentar um novo projeto, em uma escala mais reduzida, mas que reúne as principais características que o governo do país gostaria: um estádio bom, bonito e menos custoso.
O desenho inicial feito por Hadid tinha um custo muito alto para a construção – a obra não sairia por menos de US$ 2,08 bilhões (R$ 8,32 bilhões) – e por isso acabou descartado.
Estima-se que para levantar o novo projeto, mais econômico, de autoria do arquiteto japonês Kengo Kuma, seja necessária praticamente a metade daquele valor – US$ 1,2 bilhão (R$ 4,8 bilhões).
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A isso é preciso somar mais cerca de US$ 33 milhões (R$ 131 milhões) pelo desenho e manutenção do projeto.
Caso o desenho de Zaha Hadid tivesse saído do papel, ele teria se tornado uma das obras esportivas mais caras do mundo.
A arquiteta se disse "chocada" com a decisão de descartar seu projeto e afirmou à Associated Press que a questão não era financeira. "Aliás, muito do nosso design e dos cortes de custos que recomendamos foram validados pelas impressionantes semelhanças entre nosso projeto original e o anunciado hoje (terça-feira)."
A decisão de descartar o projeto da arquiteta iraquiana provocou uma polêmica que levou à renúncia, em outubro, do ministro da Educação e dos Esportes do Japão, Hakubun Shimomura.
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